Alunos da Escola Tabelião José Pinto Quezado lançam "Museu Virtual" para contar fatos e curiosidades sobre o patrimônio de Aurora

A ideia da equipe é fazer uma espécie de museu virtual onde os internautas 
terão a oportunidade de conhecer fatos e curiosidades sobre o patrimônio do município.
(Arte: Um clique que eu conto)

Por Henrique Macêdo

Alunos da Escola Tabelião José Pinto Quezado lançaram nesta semana o projeto "Museu Virtual". A ideia é fazer uma espécie de museu virtual, onde as pessoas não precisem sair de suas casas para ver e conhecer fatos e curiosidades sobre o patrimônio de Aurora (Prédios históricos e acontecimentos históricos).

Estão envolvidos os alunos da turma do 2°A: Nicole Kate, Daniel Igor, Jorge Wesley, Liara Amaral, Mateus Souza, Vitória Dayana, Rayssa Sena e Cibelle Freire. Os estudantes são coordenados pelo professor orientador Wagner Layb. A aluna Nicole Kate é a responsável pelas edições e publicações dos vídeos no canal "Um clique e eu conto".

O alvo principal do projeto são os jovens, adolescentes que moram na cidade. Mas também estão incluídos aurorenses que residem em outros municípios e estados.

Os vídeos serão relativamente curtos, e trarão como enredo informações importantes sobre a construção e acontecimentos de diferentes pontos de Aurora, como por exemplo: Igreja católica, estação ferroviária, ponte do rio salgado, Minas do Coxá, Prédio da escola monsenhor, mártir Francisca, entre outros.

O primeiro vídeo foi publicado neste sábado (18) e tem duração de 5 minutos e 59 segundos. Nele é contado um pouco sobre a história da Igreja Senhor Menino Deus (Igreja Matriz), o principal símbolo do catolicismo da cidade.

Confira:



Sobre patrocinadores para manter a iniciativa Wagner Layb relatou não haver pensado no assunto por se tratar de um projeto educativo, mas que dependendo da aceitação do público poderia ser estudado para a manutenção de um site onde seria alojada a produção.

"Por ser um projeto educativo e relacionado a uma escola estadual não pensamos atualmente em patrocinadores, mas dependendo da aceitação, podemos pensar em patrocínio para manutenção de um site para alojar toda nossa produção, garantindo assim o acesso à posteridade", disse.